|
Seja Bem vindo ao Site Oficial do Conselho Regional de Psicanálise Clínica do Estado do Rio de Janeiro (6ª Região Fiscal).
Este é um canal ininterrupto de relacionamento entre o Conselho e seus filiados, bem como todas as Instituições de Ensino Psicanalítico e a Sociedade de um modo geral. Por intermédio do Site, você poderá realizar consultas sobre o credenciamento de determinada Escola de Psicanálise, consulta sobre a regularidade profissional do Psicanalista do qual você é cliente, tirar dúvidas sobre a formação psicanalítica, ter acesso à legislação pertinente para a formação e atuação deste Profissional, entre tantas outras coisas. O Conselho Regional está à sua disposição!
Nossa honrada atividade profissional é historicamente cercada de informações que, em muitas vezes, pode confundir a Sociedade. Portanto, conclamo todos a estreitarem relacionamento conosco, afim de dirimir, através do diálogo, quaisquer dúvidas acerca do Psicanalista.
O Conselho Regional e o Conselho Federal de Psicanálise Clínica do Brasil vem tentando construir, juntos aos legisladores desta Nação, instrumentos que possam viabilizar a Regulamentação do Exercício da Psicanálise no Brasil. Por isso, realizamos no dia 31 de outubro de 2009, um Congresso que discutiu esta possibilidade real e abriu caminho para alargamento deste debate em 2010 . Em 2010, está previsto inúmeras reuniões, Congressos, Conferências e Debates para reforçar nossas intenções e as necessidades pontuais de nossa Classe.
A palavra é UNIÃO! Desta forma, conseguiremos criar uma sintonia entre os atores envolvidos na formação e na atuação clínica destes profissionais.
Intentamos estabelecer critérios identificadores de qualidade, mas, para isso, é muito importante que a Sociedade nos ajude a fiscalizar. Verifique se o seu Psicanalista possui registro no CRPC/RJ – Conselho Regional de Psicanálise Clínica do Rio de Janeiro, bem como da Autorização de Exercício Clínico - ano vigente (comprovando regularidade com o Conselho), expedidos pelo CFPC/CRPC/RJ. Estas Medidas preventivas visam o fortalecimento deste Conselho de Classe Profissional como mandamento de interesse da ordem pública traduzindo em maior controle no exercício da fiscalização da profissão Psicanalista, ceifando a atuação de eventuais “leigos” dessa esfera profissional.
Paulo César Paes
Psicanalista Clínico
Graduado em Teologia
Mestre em História Social pela UFPE
Doutor Honoris Causa em Psicanálise Clínica
Presidente do CRPC/RJ – gestão 2006/2008 e Reeleito para gestão 2008/2010. |
AÇÃO
UNIÃO
REGULAMENTAÇÃO |
O CRPC/RJ convida todos os Psicanalistas Clínicos para ingressarem nesta caminhada rumo à Regulamentação da Psicanálise no Brasil.
Os Psicanalistas são contrários ao ATO MÉDICO. Este absurdo não pode ficar sem nossa resposta. Mande e-mail para Deputados Federais e Senadores, repudiando o citado ATO.
Acompanhe:
O CFPC – Conselho Federal de Psicanálise Clínica do Brasil é o conselho de classe dos psicanalistas clínicos. Trata-se de uma Instituição pública federal de direito privado para Assessoria Profissional, registrada no 1º Ofício de Registros de Títulos e Documentos em 10 de novembro de 1998, sob o nº 16.486, livro “A”, na cidade de Curitiba, Estado do Paraná; pessoa com personalidade jurídica portadora do CNPJ nº 03.033.480/0001-85 com Código Descrição de Atividades de Organizações Profissionais sob o nº 91.12-0-00 do Ministério da Fazenda; com Protocolo do Estatuto e Ata de Fundação no Ministério do Trabalho – Departamento de Profissões Regulamentadas sob o nº 46212.023666/98-4, data 04 de dezembro de 1998 para Assessoria Profissional aos Psicanalistas. Com registro no INPI/Marcas e Patentes, nominativas – “C.F.P.C.” e “C.R.P.C.”, sob o protocolo nº 3231. O Conselho Federal de Psicanálise Clínico da Brasil e os Conselhos Regionais de Psicanálise Clínica/UF, estão incumbidos da fiscalização do exercício da profissão liberal “Psicanalista Clínico”, publicada no Diário Oficial da União em 06 de fevereiro de 2001 e , fundada de acordo com a Medida Provisória nº 1549/35, Art. 58; Decreto 93.617 de 21 de novembro de 1986, Lei 9.649 e C.B.O. Ministério do Trabalho nº 2515-50.
Você que se formou em Psicanálise, venha filiar-se ao seu Conselho de Classe Profissional.
FILIE-SE!
|
“Odeio almas estreitas, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade.”
(F. Nietzche)
EQUALIZAÇÃO SOCIAL,
CARTÃO
PSIQUIÁTRICO OU ANÁLISE PSICANALÍTICA?
A marginalidade é um fenômeno da escolarização em que se digladiam grupos sociais, a “grosso modo”, um na condição de analfabeto da realidade profissional e o outro grupo entende ser e estar educado no instrumento de seu trabalho, mas ao exercê-lo, é discriminado pelo outro na tentativa de marginalização.
Entretanto, essa tentativa manifestada foi vista e acolhida pelo grupo apenas como Cartão de Visita de filhos apresentando uma mãe com problemas psiquiátricos. A marginalização é, pois, um fenômeno acidental que afeta individualmente um número maior ou menor de seus membros o que, no entanto, constitui desvio de personalização; uma distorção do real para seu próprio imaginário, que só pode ser corrigida dentro de seu próprio erro.
A tentativa de desmoralização marcada pela divisão entre a classe antagônica, que se relacionam à base da força; onde sua imposição entendida como um fenômeno inerente à sua própria estrutura, isso porque aquela classe detém maior força e se converte em domínio, querendo se apropriar dos resultados do trabalho do outro. Sem medir conseqüências ao querer relegar ao outro a condição de marginalizados. Nesse contexto a educação escolar e sua formação profissional é geradora dessa marginalidade, cumprindo aí a função de reforçar a dominação e legitimar a marginalização.
Entretanto, o marginalizado já não é, propriamente, ignorante; já tem conhecimento legislativo, banco escolar e formação profissional. Já não é mais o “rejeitado”.
A direção da Classe dominante com seu caráter segregador e marginalizador, com sua natureza seletiva, nos passa a impressão que estava num poder ilusório e passou para a impotência quando analisado à luz freudiana. Percebe-se que a partir de experiências mal vividas, reprimidas nas primeiras Fases (Oral e Anal), sem falar na Fase Fálica. Estão agindo como crianças.
A constituição de uma sociedade profissional, cujos membros não importam as diferenças de quaisquer tipos, se aceitam mutuamente e se respeitam na sua individualidade específica. Atuação profissional é o estimulador e orientador da aprendizagem principal e senso comum aos profissionais da saúde no Brasil.
O Dr. Benjamim Spok, pediatra americano, ao falar sobre crianças disse: “o que há de errado é a forma como elas procuram alcançar as coisas”.
O desejo reprimido leva pessoas que se consideram cultas expor-se ao ridículo. Assim, a violência do poder material da Classe dominante tenta apressar seus interesses pela imposição agressiva, utilizando forças jurídicas como seu braço que se manifesta de múltiplas formas.
Essa forma teórica de agir, diz que marginalizados são os grupos ou classes dominadas porque não possuem força material, capital econômico e capital cultural. Entretanto, quando o grupo acuado tem fator de superação, cultura, formação escolar e capacitação profissional, constituem-se num elemento reforçador da mesma, e por autodefesa, partem para a única Instituição de Direito Maior no Brasil: o Poder Judiciário.
Aqui, subjetivamente, transcrevo intenções de um conselho de classe profissional na tentativa de subjugar e impor suas ações nefastas, acionando mecanismos do Estado para legitimar suas falsas ações impedindo que haja transformação social. Daí porque a educação compensatória compreende um conjunto de programas destinados a compensar deficiências de diferentes ordens: de saúde e nutrição, familiares, emotivas, cognitivas, motoras, lingüísticas, onde entra aí a multidisciplinariedade profissional. Se quisermos compensar as carências das camadas populares, é preciso considerar que haja diferentes modalidades de exercício profissional.
Nenhuma Classe pode sobrepor outra e sim deve reconhecer seus próprios limites e trabalhar na multidisciplinariedade profissional.
Dimas Alves de Souza
Psicanalista Clínico
Presidente do Conselho Federal de Psicanálise Clínica do Brasil – CFPC
Bacharel em Teologia
Capelão Hospitalar
Doutor em Ciências Religiosas
PhD em Ciências Religiosas pela École Supérieure D'Études Théologiques/Genéve - Suisse
Embaixador da Paz / The Interreligious and International Federation for World Peace
Membro da AEPL - Academia Evangélica Paranaense de Letras |